Garimpeiros são atraídos pelo sonho de encontrar ouro e cassiterita na terra, na região de São Félix do Xingu, no Pará.
Novo trailer do FIFA Street faz uma viajem pelo mundo do freestyle
O novo FIFA Street está repleto de novidades e conta com um efeito gráfico mais realista do que os anteriores.
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21/07/2011
13/07/2011
22/06/2011
Hoje é revelado novos dados do desmatamento na Amazônia
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| (Arte: Imazon) |
Ambiente, Izabella Teixeira, e os dados dessa pesquisa diz respeito ao mês de maio.
Os dados da pesquisa foram produzidos pelo Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter). Será às 10h, durante entrevista coletiva no ministério.
O levantamento é organizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e funciona como um suporte à fiscalização e ao controle do desflorestamento na região.
O estado Legal da Amazônia onde ocorreu maior número de desmatamentos foi em Mato Grosso, a região teve 480,93 quilômetros de desmatamento entre os meses de março e abril deste ano, segundo informações do Inpe.
Na soma total, o desmatamento atingiu 593 quilômetros quadrados nos estados do Acre, de Mato Grosso, do Maranhão, Pará, Rondônia e Roraima.
No Amapá, Amazônia e Tocantins não houve registro de desmatamento no período.
16/05/2011
Foi encontrado um fóssil de uma formiga gigante
O fóssil de uma das maiores espécies de formigas foi encontrado nos Estados Unidos, em um lago do estado norte-americano de Wyoming.
Foi informado pelos arqueólogos que o fóssil tem o tamanho de um beija-flor.
25/04/2011
Ativistas do Greenpeace simulam acidente nuclear no RJ
Alguns ativistas do Greenpeace fizeram um protesto, em frente ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Centro do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira (25/04).
Eles simularam na véspera do aniversário de 25 anos de Chernobyl um acidente nuclear, disparando uma fumaça laranja no local. O objetivo era fazer um alerta sobre os perigos de um acidente nuclear e um apelo para que o BNDES suspenda o financiamento para a construção da usina nuclear de Angra III.
O Centro de Operações Rio informou que o protesto não causou reflexos no trânsito.
17/04/2011
Águas das geleiras sustentam a fauna e a flora da Patagônia
A fonte principal de água na região são as geleiras. São elas que dão vida à Patagônia e sustentam a infinidade de plantas, flores e frutas, como o espinhento calafate que nesta época está carregado de doces frutinhas azuis, quase roxas. A água das geleiras enche rios e lagos para onde migram flamingos, patos e cisnes do pescoço negro. Para eles, o verão é tempo de disputas. Para garantir a procriação, as aves se exibem, mostram todas suas cores. Elas só perdem a majestade na hora de buscar comida.
Há milhões de anos, grande parte da paisagem estava coberta por glaciares, rios de gelo que avançavam subindo montanhas, carregando rochas, cavando vales. Depois que conforme iam retrocedendo, deixaram para trás lagos. Além das marcas no relevo, esse processo da natureza deixou cores em uma variedade imensa de tons.
Dependendo da hora do dia, as planícies e as montanhas variam do laranja ao marrom. As minúsculas frutas são vermelhas, roxas, rosadas. Junto ao pomar rasteiro, há uma infinidade de flores.
São detalhes pequenos de um lugar que é grandiosamente belo e que não respeita fronteiras. Da Argentina para o Chile, Torres del Paine é mais do que um conjunto de montanhas feito de granito e basalto, emoldurando o horizonte. Ela é um das atrações mais lindas da Patagônia e ainda por cima nós podemos ver a paisagem em dobro. Os lagos se transformam em enormes espelhos que refletem toda a exuberância do lugar.
É incrível, mas ficamos com um sentimento de perda quando a montanha e a paisagem vão ficando para trás. Mas aí é só olhar para o lado, para a frente, e tem muito mais para os nossos olhos apreciarem.
12/03/2011
Amazônia: uma jóia natural em perigo
Do alto, do solo ou da água, a Amazônia brasileira é um impacto para os olhos. Por seus 6,9 milhões de quilômetros quadrados em nove países sul-americanos (Brasil, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa) espalha-se uma biodiversidade sem paralelos. É ali que mora metade das espécies terrestres do planeta. Só de árvores, são pelo menos 5 mil espécies. De mamíferos, passa das 300. Os pássaros somam mais de 1.300, e os insetos chegam a milhões.
No Brasil, o bioma Amazônia cobre 4,2 milhões de quilômetros quadrados (49% do território nacional), e se distribui por nove estados (Amazonas, Pará, Mato Grosso, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, parte do Tocantins e parte do Maranhão). O bioma é muitas vezes confundido com a chamada Amazônia Legal - uma região administrativa de 5,2 milhões de quilômetros quadrados definida em leis de 1953 e 1966 e que, além do bioma amazônico, inclui cerrados e o Pantanal.
No Brasil, o bioma Amazônia cobre 4,2 milhões de quilômetros quadrados (49% do território nacional), e se distribui por nove estados (Amazonas, Pará, Mato Grosso, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, parte do Tocantins e parte do Maranhão). O bioma é muitas vezes confundido com a chamada Amazônia Legal - uma região administrativa de 5,2 milhões de quilômetros quadrados definida em leis de 1953 e 1966 e que, além do bioma amazônico, inclui cerrados e o Pantanal.
Sob as superfícies negras ou barrentas dos rios amazônicos, 3 mil espécies de peixes deslizam por 25 mil quilômetros de águas navegáveis: é a maior bacia hidrográfica do mundo. Às suas margens, vivem em território brasileiro mais de 20 milhões de pessoas, incluindo 220 mil indígenas de 180 etnias distintas, além de ribeirinhos, extrativistas e quilombolas. Levando-se em conta toda a bacia amazônica, os números crescem: são 33 milhões de pessoas, inclusive 1,6 milhão de povos indígenas de 370 etnias.
Além de garantir a sobrevivência desses povos, fornecendo alimentação, moradia e medicamentos, a Amazônia tem uma relevância que vai além de suas fronteiras. Ela é fundamental no equilíbrio climático global e influencia diretamente o regime de chuvas do Brasil e da América Latina. Sua imensa cobertura vegetal estoca entre 80 e 120 bilhões de toneladas de carbono. A cada árvore que cai, uma parcela dessa conta vai para os céus.
Grandes também são as ameaças
Grandes também são as ameaças
Maravilhas à parte, o ritmo de destruição segue par a par com a grandiosidade da Amazônia. Desde que os portugueses pisaram aqui, em 1550, até 1970, o desmatamento não passava de 1% de toda a floresta. De lá para cá, em apenas 40 anos, o número saltou para 17% – uma área equivalente aos territórios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Foi pela década de 1970 que a porteira se abriu. Numa campanha para integrar a região à economia nacional, o governo militar distribuiu incentivos para que milhões de brasileiros ocupassem aquela fronteira “vazia”. Na corrida por terras, a grilagem falou mais alto, e o caos fundiário virou regra difícil de ser quebrada até hoje.
A governança e a fiscalização deram alguns passos. Mas em boa parte da Amazônia, os limites das propriedades e seus respectivos donos ainda são uma incógnita. Os órgãos ambientais correm atrás de mapas adequados e de recursos para enquadrar os que ignoram a lei. Mas o orçamento para a pasta não costuma ser generoso. O resultado, visto do alto, do solo ou das águas, também é impactante.
17/02/2011
Oceanos: Águas no planeta Terra
Um oceano é um grande corpo de água salina e um componente da hidrosfera. Aproximadamente 71% da superfície da Terra (uma área de 361 milhões de quilômetros quadrados) é coberta pelo oceano, um contínuo corpo de água que é geralmente dividido em vários oceanos principais e mares menores. Mais da metade dessa área está numa profundidade maior que três mil metros. A salinidade oceânica média é por volta de 35 partes por milhar (ppt) (3,5%), e praticamente toda a água do mar tem uma salinidade de 30 a 38 ppt. Apesar de geralmente reconhecidos como vários oceanos 'separados', essas águas formam um corpo global interconectado de água salina por vezes chamado de Oceano Global. Esse conceito de oceano global como um corpo contínuo de água com um intercâmbio relativamente livre entre suas partes é de fundamental importância para a oceanografia. As principais divisões oceânicas são definidas em parte pelos continentes, vários arquipélagos, e outros critérios: essas divisões são (em ordem decrescente de tamanho) o Oceano Pacífico, o Oceano Atlântico, o Oceano Índico, o Oceano Antártico e o Oceano Ártico.
07/02/2011
A vida e os seres vivos
Os seres vivos precisam de alimento.
Todos os organismos vivos precisam de alimento para crescer e desenvolver-se, para repor partes danificadas e obter a energia necessária a seus processos vitais.
As plantas e alguns outros seres vivos são capazes de produzir o próprio alimento por meio de um processo chamado fotossíntese.
Os outros seres vivos alimentam-se de plantas de outros animais.
Todos os organismos vivos precisam de alimento para crescer e desenvolver-se, para repor partes danificadas e obter a energia necessária a seus processos vitais.
As plantas e alguns outros seres vivos são capazes de produzir o próprio alimento por meio de um processo chamado fotossíntese.
Os outros seres vivos alimentam-se de plantas de outros animais.


21/07/2011
18:40
Bruno Araujo



















